NÃO GOSTO NADA DE CITAÇÕES
Eu não gosto nada de citações, mas hoje apeteceu-me gostar. Foi ao re+ler o "PORTUGAL HOJE, Medo de Existir", de José Gil
Poesia & Imagens & eteceteras
Eu não gosto nada de citações, mas hoje apeteceu-me gostar. Foi ao re+ler o "PORTUGAL HOJE, Medo de Existir", de José Gil
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A questão não é mudar o mundo.
A questão é mudar a percepção do mundo.
(Daterra)
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( Pelas bandas de Castro Laboreiro. Junho-2007)
São seres que se apagam em silencio, vestidas de escuridão entre as pedras de granito onde se sentam e a vastidão do céu para onde largam as recordações de uma vida.
À volta, as poucas ovelhas colhem ainda da terra a seiva verde das ervas. Por perto, o cão castro laboreiro, faz um círculo com os olhos e instala-se descansado.
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(Paisagem em Castro Laboreiro-Junho-2007)
Ainda o meu retiro pelas bandas de Castro Laboreiro. Fiz vários passeios a pé, claro, vi pontes romanas, até uma ponte "celta", vários objectos bem históricos, ali parados há muito tempo. Atravesssei várias aldeias, onde não existia uma placa qualquer com o respectivo nome, e depois dois ou três seres humanos, geralmente mulheres de olhos claros e roupagem negra, ao lado de uma ou outra vaca ou meia dúzia de ovelhas e eu olhava para estes seres e não tinha a certeza se eram deste Mundo.
Claro que as paisagens tiravam-me quaisquer dúvidas.
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(Performance do artista José Alberto Mar. XIII Bienal Internacional de V. N. Cerveira.2005)
"Vivo num país, cada vez mais, irrrrrrrrrrrrrespirável".
(25 de Maio de 2007)
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Quem poderá receber de um rosto
os segredos que o seu próprio não tem?
Voltamos sempre ao lugar da primeira casa
desses limites de paredes erguidas para os olhos
para que o sono e o silêncio
toquem na beleza o seu mistério.
(in,AS MÃOS E AS MARGENS". Editora Limiar.1991)
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Dias abundantes na boca
pelos segredos das mãos
ao rebentarem magnéticas
os nomes à-volta.
Inspira-as a cegueira de uma luz
sem fim, como que vencida
pela eterndade.
Não é carne nem é memória
esta respiração. Por ela vivemos
pendurados na pergunta
que respira pelos orifícios da pele
que sorve as queimaduras dos astros.
Talvez só os deuses conheçam a intenção da água
dentro dos corpos. A água fechada
ao fazer um nó às portas dos olhos.
Estrela ou paisagem, quanta claridade
em redor dos dedos a mexerem dentro
as oficinas da terra
os lugares abraçados pelo tacto da fala.
-in, "AS MÃOS E AS MARGENS".Editora limiar,1991-
(Visões Retrospectivas)
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Através das cores o meu lugar é branco.
Loucura extenuada pelos dedos até ao fim
ou ainda um riso decepado
pelo rigor das noites.
Subterfúgios os espelhos ampliam o mundo.
Para cada palavra uma galeria de palavras.
Em cada cor uma vocação a caminho.
A cada voz uma fronteira de música.
(in, AS MÃOS E AS MARGENS", Editora Limiar-1991)
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Um gato escuta o sol, por cima
os pássaros são sombras a voarem.
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Dias abundantes na boca
pelos segredos das mãos
ao rebentarem magnéticas
os nomes à-volta.
Inspira-as a cegueira de uma luz
sem fim, como que vencida
pela eternidade.
Não é carne nem é memória
esta respiração. Por ela vivemos
pendurados na pergunta
que respira pelos orifícios da pele
que sorve as queimaduras dos astros.
Talvez os deuses conheçam a intenção da água
dentro dos corpos. A água fechada
ao fazer um nó às portas dos olhos.
Estrela ou paisagem, quanta claridade
em redor dos dedos a mexerem dentro
as oficinas da Terra
os lugares abraçados pelo tacto da fala.
(in, "As Mãos e as Margens".Ed. Limiar.1991.)
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Do jogo vêm as mãos caçadoras
a seta incerta no coração da sorte
corpo tangente com um lado intocável
e por mais que os corpos se ousem
o desafio é sempre a veia inicial. O risco.
O acaso. A ilusória aparência de um encontro
sem testemunhas evidentes.
(in, "O Triângulo de Ouro".1988)
(Visões Retrospectivas)
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Em cada gesto
um ofício sem idade
dizendo os corpos em sobressalto
entre as coisas circulares do tempo.
E quem já esteve em muitos lugares
principia e acaba olhando o Mundo
pelas suas formas
e aí morre qualquer hábito
e a vastidão da Terra com sementes
há memória da Vida
e das coisas que acontecem.
(in, "O Triângulo de Ouro",1988)
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(Posoidon.Turquia.2002.)
Vi o mármore abandonado ao martelo
a música a cair em si
e depois
as formas dos deuses.
Os olhos sopravam uma luz macia.
(Visões Retrospectivas)
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