"COM 1 REI NA BARRIGA"
(Gaia-ciência. 27-08-2007)
Poesia & Imagens & eteceteras
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bebo o 2º coco, na avenida da "ponta de areia". Li as primeiras poucas palavras do livro "Argos da Matéria" de Geovana Lima Fiddan. Gostei. Dará para tentar entrar mais lá para o fundo do seu lugar estranho e beluminoso, suspeito pelas primeiras luzes apanhadas nas mãos e no rosto, de frente desarmado.
A música aqui está o.k. assim, olho, olho, Vejo : à-volta tudo está no seu lugar certo
incerto vagar no tempo da brisa penteada pelos ramos destes coqueiros que me entregam o favor das suas sombras animadas.
eu também bem animado por tudo, vou indo para onde deus me quiser falar.
E, convosco leitores que desconheço e ainda bem, estarei sempre desde que haja luz,
luz,
luzes
de todos os lados,
será sempre
e
sempre
Bem-Vinda
(Brasil.São Luis do Maranhão.24-08-2007)
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P.S. (Nada de polítikas,O.K?) .Há, por aí, 1 blog que se chama "Ao Fim da Noite",
e até Dá para ir lá dar-uma-vista-dOlhos.
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E, de repente: TANTA LUZ!!!!!!!
meu deus
eu sou 1 poeta vagabundo à procura
de TI, mas
eu Não sabia como dizer
as palavras que agora já vou dizendo
e então calei-me à Tua espera
e depois de X anos, alguém por Ti
veio ter comigo, alguém
me empresta as luzes que agora
crio, para Iluminar TANTA ESCURIDÃO
dentro e fora de mim,
pois - agora, eu acho que Sei -
como tudo é penumbra de momento(s)
e o Teu Sol ainda está tãotanto longe do que eu sou
e do sol que eu vejo, cegamente (eu vejo?)
Inclino-me à TUA SABEDORIA
COMPLETA e Aqui & Agora
sou apenas escravo dos meus caminhos
e "Eles", muitos deles (Demasiados, não é?)
não sabem Ler esta luz simulada
esta Luz (Afinal!) IMENSA
que me faz dizer-lhes "Isto" assim:
eu ainda sou 1 "pikeno" sol, ainda sou apenas
a penas isto que vocês vêem em mim.
E,
nada Mais
que
a
Sombra
de um Grão
de
Areia
na vossa ilusão
de uma praia
apresentada:
Assim?
(poema eskrito de "jacto" que não tenho. mas. depois.perfecionismos?,pois talvez)
(gaia-ciência.Agosto ?.2007)
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P.S. :foi a Manuela Faria - a Manela, minha amigona - (alguém conhece?)
ke me enviou esta "prenda.
Axei tão "gira", tão "gira", tãotanto LINDA, que resolvi
colocá-la aki. Parece ke até, até, nos FAZ Pensar,
Não é?
Há prendas ASSIM: acontecem-nos, e nem Vêmos lá
o Seu AUTOR, & ke importa Tal Coiso?
( Não é?
É ?
Ou,
Não É?
Vá Lá, Decidam-Se!
ke tempo até nem é dinheiro)
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( a imagem "original" donde saiu esta, pertence à Casa NATURA.)
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Saudar o Sol 3 vezes
Saudar a Lua também 3 vezes
Saudar o Dia 3 vezes
Saudar a Noite também 3 vezes
... ... ... ...
são assim os meus dias
e nos intervalos, passear-me por entre
belas florestas com muitas cores
(nas árvores, nas plantas, nas flores, nos animais, sobre-
tudo, às vezes, nos pássaros a iluminarem o azzzul
em arco-irís cheios de leveza e canções mudas
de amor assim).
dizia eu, passear-me, também escutando
o meu grande amigo de sempre
uma onda e depois outra
onda
e depois, ainda
ou tra,
onda
que chega adormecer aos meus pés nus
mas não é verdade, Tudo volta a Ser
de novo a mesma-onda-outra vem beijar-me
as mãos, quando me inclino naturalmente
sobre
a
Vida
e, recebo o sal da água, enfim
ancorado em mim.
sei, como sou pequeno e ainda sou
salgado demais para com outros makakóides que poluem
a vida, todas as Vidas, mas
eu pressinto que anda por aqui um deus,
demasiado perto, ouço as luzes e perco o medo,
,aos poucos, também perco a escuridão
e deixo-me esquecer de Todo,
aquilo que fui (não era) : 1 simples esboço
de um ser que agora acorda para uma outra imagem
vã, essencialmente, vã, como todas
no entanto, vou continuar a saudar o Sol, a saudar a Lua
a saudar o Dia & a Noite, porque é daí
que me vem o eco lá longe da fonte
onde as águas invisíveis das estrelas + puras
cantam e cantam e encantam os meus(?) ouvidos
(coisa escrita à 1ª. A necessitar do re+Visões - A gosto de 2007)
-Dedicado à Helena (Blog: "ORION") e a Todos os amigos do peito que tenho(?), por este mundo a fora.
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Nesta Vida: São sempre inúmeras as portas que posso ( e Tu também) abrir,entrar, sair, voltar abrir entrar e sair, etecetera
mente
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A QUESTÂO NEM É, MUDAR O MUNDO.
A (1ª) QUESTÃO É MUDARMOS A NOSSA PERCEPCÃO ACERCA DO MUNDO.
E
ENTÃO
DEPOIS,
sim
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Re gre s sei há pouco de 1 País, do chamado "mundo árabe". Trouxe na mala 2 ou 3 objectos. Entre eles, um exemplar do CORÃO.
Comigo trouxe muuuiiitas outras COISAS.
(Gaia-3-8-07)
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tropeçando na minha luz
eu cá vou caminhando...
tro/pe/çan/do/ na minha cruz
eu cá voo caminhando.............
(Ocidente. Europa.Antes das 1ªs férias.18-Julho-2007)
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QUANDO ~~O~~MAR~~BATE~~NAS~~ROCHAS~~QUEM?
Dei + uma vez uma vista-de-olhos ao Blog :
"DO PORTUGAL PROFUNDO"
(http://doportugalprofundo.blogspot.com)
e ficou isto.
(17-Julho-2007)
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O medronho tem o sei quê de solar, enquanto ainda há Verão. Depois de mais uns goles pela tardadiante, tem um não-sei-quê-de-sono toldado de vermelhalanranjado nocturno e uma espécie de lucidez trópega mas espontânea.
- À beira desta varanda onde as gaivotas roçam as suas asas nos meus cabelos.
Mesmo à beira dos sons deste mar aberto a todas as divaganções que sobrevoam as pequenas ciências das palavras,
já me cansam.
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(Sarau de Poesia. Declamador: Pintor ANTÓNIO DOMNGOS.C.L.P.-2007)
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A luz que se levanta
para os olhos
a dulce vita espalhada
no rosto do dia.
As cores viajantes
na seiva e no sangue
as estrelas caladas
os sons dos pássaros ao lado
as águas do rio. O
momento que se completa
e depois já é outro momento-
-monumento da vida.
(Coisas & loisas da memória.In, "A Primera Imagem"-1998)
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É Julho é Verão quase sou feliz entre as cores acesas das cerejas e as palmas das mãos tingidas de sinais.
Penso como durmo, é um outro sono no meio do tempo mais vagaroso e às vezes há a palavra "memória" ou a palavra "felicidade" ou outra palavra qualquer cheia de saídas e no fim do dia, ainda dou comigo pelo cais a olhar os barcos que vão e vêm sobre as águas distraídas do rio.
(V. N. Gaia-7/7/07)
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Eu não gosto nada de citações, mas hoje apeteceu-me gostar. Foi ao re+ler o "PORTUGAL HOJE, Medo de Existir", de José Gil
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A questão não é mudar o mundo.
A questão é mudar a percepção do mundo.
(Daterra)
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( Pelas bandas de Castro Laboreiro. Junho-2007)
São seres que se apagam em silencio, vestidas de escuridão entre as pedras de granito onde se sentam e a vastidão do céu para onde largam as recordações de uma vida.
À volta, as poucas ovelhas colhem ainda da terra a seiva verde das ervas. Por perto, o cão castro laboreiro, faz um círculo com os olhos e instala-se descansado.
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(Paisagem em Castro Laboreiro-Junho-2007)
Ainda o meu retiro pelas bandas de Castro Laboreiro. Fiz vários passeios a pé, claro, vi pontes romanas, até uma ponte "celta", vários objectos bem históricos, ali parados há muito tempo. Atravesssei várias aldeias, onde não existia uma placa qualquer com o respectivo nome, e depois dois ou três seres humanos, geralmente mulheres de olhos claros e roupagem negra, ao lado de uma ou outra vaca ou meia dúzia de ovelhas e eu olhava para estes seres e não tinha a certeza se eram deste Mundo.
Claro que as paisagens tiravam-me quaisquer dúvidas.
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(Performance do artista José Alberto Mar. XIII Bienal Internacional de V. N. Cerveira.2005)
"Vivo num país, cada vez mais, irrrrrrrrrrrrrespirável".
(25 de Maio de 2007)
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