LAURIE ANDERSON (GRAVITY'S ANGEL)
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Poesia & Imagens & eteceteras
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palavras?
R:Quando o fruto é verde o caroço é veneno.
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HO!.....
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Quando se parte de um lugar para um outro, há um abismo à espera de ser vivido, onda a onda, o desenho da espuma e em cima o olhar. E, ainda em cima das visões, o outro pensamento líquido das coisas que acontecem pela vida.
Enlaçadas, entrelaçadas, ligadas, como tudo o que respira todo o halo carbónico do mundo.
E, vamos assim, enlevados em nós, braços de trepadeiras afoitas pelo ar adiante, quem será que nos poderá respirar, quem?
(Mas.. pensar cansa, pensa nisso)
lado B
..e a hora do avião aproxima-se.E antes da viagem, quantas viagens já fizeste?
Vais, mais uma vez, à procura do ouro vivo de um lugar longe, longe anda a tua alma quando assim não pensas e então tudo começa nas pessoas, depois na vibração que estremece os espaços e a respiração desloca-se para um outro ritmo mais lento até ao fundo, nas luzes escarecidas dos olhares, nas palavras poucas (s.f.v.) e nos silêncios cheios de encontros que as memórias nunca esquecem, até os gestos sentirem a gravidade desta estuporada vida e criarem, sem dares por isso ,uma leveza de asas para os momentos .
é o ouro, que me chama, que me faz sair daqui para ali, na peugada da sede aberta a todos os pequenos nadas que me podem fazer mais vasto, por dentro.
(por fora, só a ciência simétrica nos dias nos apaziguam a loucura, como alguns de vós sabeis, não é?).
E enquanto tudo isto acontece, tento abrir-me: limpo, vazio e naturalmente humilde aos dons da Vida.
(28-07-2008)
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Enquanto os "dead can dance" vão por aquela rota que abre círculos na noite há um não sei quê de inacabado. Inacabado também foi o voo da luz agora, para eu vos falar.
-Inacabadas as verdejantes e mágicas atmosferas da infância, também esta idade adulta continua a vacilar-me. Creio bem que será assim até à passagem para o outro lado.
Ainda é a multidão de crianças que fui, fundidas, voz e visões na imagem espantada pelo Mundo.
É daí, que vem a fonte aberta, acordados os sinais que amparam a máquina obscura das luzes muitas. Olho para o céu e confirmo tudo o que vos digo, através de um silêncio onde me esqueço.
E, quando regresso, algo dentro de mim é dança fugidia, sombras fustigadas a fugirem pela noite adiante, adiante, quem já não procura é porque está desalmadamente morto, não é?
-27-Julho-20p08 -
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3:51 da manhã
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Mais uma viagem aproxima-se. Caminho lentamente
para o barco desamparado nas águas,
ao lado,
as redes rendilhadas do Mundo.
Como um simples sopro tento apenas
ser o seu alento.
Parece-me que quem assim procura
só pode encontrar.
(26-Julho-2008)
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